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Nossos destaques na Mídia

Veja as novidades sobre as principais matérias publicadas pela imprensa sobre a Ajinomoto do Brasil.

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Agosto Dourado: o primeiro ativo estratégico de nossas vidas está na amamentação

Gerente da Ajinomoto do Brasil reflete sobre o impacto da amamentação no fortalecimento imunológico e no desenvolvimento de hábitos alimentares saudáveis desde os primeiros meses de vida *Por Marília Zagato Como mãe e profissional da área de alimentos, o Agosto Dourado carrega um significado maior para mim. É o mês em que celebramos o aleitamento materno, incentivando-o e reforçando sua importância para a saúde dos bebês. Ao longo da minha jornada, a amamentação se tornou muito mais do que um momento de alimentar meu filho, é um ato de amor e superação. Tive que lidar com o desafio da pega no início, a hiperlactação e o medo da mastite (inflamação do tecido mamário), mas o conhecimento sobre o poder do leite materno foi o que me incentivou a persistir. Saber que eu estava oferecendo o melhor alimento possível, que vai muito além dos nutrientes básicos, me deu força para continuar, mesmo nos momentos mais difíceis. O conhecimento me trouxe muita segurança neste processo, pois sabia que o leite materno é um sistema biológico complexo, perfeitamente adaptado para as necessidades do bebê e repleto de benefícios. A ciência tem me fascinado ainda mais ao se aprofundar neste tema. Estudos mostram que o leite materno é complexo, contendo nutrientes e fatores imunológicos, inclusive aminoácidos livres em sua composição, dentre eles o glutamato e a glutamina. O glutamato é o aminoácido responsável pelo umami, o quinto gosto do paladar humano, e sua concentração e de outros aminoácidos importantes no leite materno aumentam com o tempo de amamentação. Para um recém-nascido, isso significa que seu primeiro contato com os gostos básicos do paladar humano se dá através do gosto umami que, além de ser nutritivo, é prazeroso para o bebê. Além do glutamato, o leite materno também contém outros aminoácidos importantes que trabalham em sinergia para fortalecer o sistema imunológico e a saúde intestinal da criança. Eu, como mãe, sei que a amamentação não se resume apenas a “matar a fome”, trata-se de um momento de conexão, e saber que essa experiência também está moldando o paladar do meu filho de forma tão fundamental é algo realmente poderoso. Sigo aprofundando meus estudos sobre o assunto e, recentemente, foi divulgado um artigo que mostra a relação do aumento de glutamato livre a uma maior presença de microbiota no leite materno. A microbiota, um conjunto de microrganismos benéficos para o corpo, pode ser uma barreira de defesa crucial contra bactérias, fungos e vírus que causam doenças. Ou seja, o glutamato não está apenas contribuindo com o paladar do bebê, como também fortalecendo seu sistema imunológico desde o nascimento. Assim, o leite materno estimula a imunidade da criança pelos nutrientes e anticorpos da mãe, além de ativar o desenvolvimento de sua própria microbiota intestinal. Todas essas informações me fazem ver a amamentação não apenas como um ato de nutrir, mas como um alicerce para a saúde do meu filho ao longo da vida, com maior potencial de protegê-lo contra doenças crônicas e alergias no futuro. O contato precoce com o gosto umami influencia positivamente a aceitação de novos alimentos e facilita a introdução alimentar, que começa por volta dos seis meses de vida. A partir desse momento, a criança passa a se familiarizar com outros alimentos e torna-se fundamental que os pais apresentem diferentes gostos, texturas e sabores para estimular o bom funcionamento das papilas gustativas. Conhecer os gostos desde cedo contribui para o desenvolvimento de um hábito alimentar equilibrado, com boa aceitação de alimentos e variedade de grupos alimentares. Por fim, o gosto umami no leite materno também apresenta um papel importante na formação dos hábitos alimentares. Como mãe, passei a olhar com mais cuidado para a variedade de alimentos, para as diferentes formas de preparo e para a importância de estimular o paladar do meu filho. A amamentação é um ponto de partida, mas a jornada da alimentação balanceada é contínua. E, mesmo que o ato de amamentar tenha relação a questões fisiológicas da mãe e do bebê, a certeza de que o leite materno oferece essa primeira experiência gustativa tão completa é algo muito poderoso. *Marília Zagato, mãe, nutricionista e gerente de Marketing-Nutrição da Ajinomoto do Brasil.

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Ajinomoto do Brasil equilibra diretrizes globais e autonomia local

Pela primeira vez, uma mulher assume a presidência da operação brasileira Estabelecida no país em 1956, a operação brasileira da Ajinomoto ocupa uma posição estratégica de destaque globalmente. “Somos o quarto mercado mais importante para o Grupo Ajinomoto, atrás apenas do Japão, Tailândia e Estados Unidos. Essa relevância reflete não apenas no desempenho comercial, mas também em nossa capacidade de inovação, adaptação ao consumidor local e contribuição para as metas globais e crescimento sustentável do grupo”, diz a diretora de Comunicação, Marketing Food Service, Trade Marketing, E-commerce, Digital, Inovação e Inteligência de Dados da Ajinomoto do Brasil, Adriana Moucherek. Com foco no equilíbrio entre diretrizes globais e autonomia local, a gestão da empresa é estruturada com base em princípios de governança corporativa. “Como parte do Grupo Ajinomoto, seguimos diretrizes estratégicas alinhadas à visão global da companhia, especialmente no que diz respeito à sustentabilidade, inovação e promoção da saúde por meio da ciência dos aminoácidos, ou AminoScience. No entanto, temos liberdade para adaptar essas diretrizes ao contexto brasileiro, respeitando as características do mercado local e o perfil do consumidor nacional”, afirma a executiva. Um dos diferenciais da operação no Brasil, conta a executiva, é a capacidade de inovação aplicada, impulsionada por iniciativas como o AjinoLab, e pelo uso de tecnologias sustentáveis, como o Biociclo, um modelo circular de produção que transforma resíduos em fertilizantes e reduz o impacto ambiental ao longo da cadeia produtiva. “Assim, nossa gestão segue orientada por uma visão global, mas com forte atuação local, o que nos permite crescer de forma sustentável, inovadora e alinhada às necessidades do mercado brasileiro”, fala. Em abril, a empresa anunciou que, pela primeira vez, uma mulher assumiria a presidência da operação brasileira. Naoko Yamamoto é a nova presidente da Ajinomoto do Brasil e acumula os cargos de Executive Officer e General Manager da Divisão América Latina desde então. “A nomeação da primeira mulher à presidência da Ajinomoto do Brasil representa um marco importante na história da companhia e reforça nosso compromisso com a valorização de talentos em todos os níveis da organização. Essa conquista vai além da representatividade simbólica, demonstrando que estamos caminhando de forma concreta para uma cultura mais inclusiva, onde diferentes perspectivas e experiências são reconhecidas como essenciais para a inovação, a tomada de decisão e o crescimento sustentável do negócio”, afirma Adriana. Segundo a executiva, na Ajinomoto do Brasil, temas como diversidade e inclusão se tornaram compromissos estratégicos que vêm sendo fortalecidos com foco na promoção de um ambiente mais justo, plural e representativo. “Um dos pilares centrais dessa agenda é a equidade de gênero, especialmente no que diz respeito à presença de mulheres em cargos de liderança”, diz. Em 2020, foi criado o Comitê de Diversidade, Equidade & Inclusão (DE&I) para ajudar a promover um ambiente de trabalho onde os funcionários sejam respeitados e valorizados. “Uma das estratégias do time de DE&I é o estabelecimento da trilha de conhecimento, que tem um papel fundamental, pois facilita a troca de informações sobre o tema, proporcionando uma base sólida tanto na teoria quanto na prática”, conta. A própria Adriana Moucherek é fruto desse compromisso da empresa no que diz respeito a incentivar a presença de mulheres em cargos de liderança. Há mais de duas décadas na companhia, começou na área de Pesquisa e Desenvolvimento, onde pode desenvolver um entendimento técnico profundo dos produtos, da ciência por trás dos ingredientes e da qualidade que norteia cada etapa da produção. “Essa base sólida foi essencial quando migrei para o Marketing, onde descobri minha verdadeira vocação e pude agregar uma visão estratégica orientada ao consumidor”, conta. Está no escopo da executiva também a liderança do AjinoLab, o hub de inovação aberta da empresa. “Tem sido uma oportunidade de conectar a companhia a ecossistemas externos, startups e centros de pesquisa, impulsionando soluções mais sustentáveis e disruptivas. Missão a cumprir A companhia tem a meta de melhorar a vida das pessoas nos próximos anos e para isso quer transformar em ações concretas a missão da empresa, que é contribuir para a alimentação e o bem-estar em todo o mundo e para uma vida melhor no futuro. “Globalmente, temos metas ambiciosas até 2030, como ampliar a expectativa de vida saudável de um bilhão de pessoas e reduzir em 50% nosso impacto ambiental. No Brasil, esse compromisso se traduz em entender profundamente as necessidades emergentes da sociedade e alinhar nossos produtos, serviços e operações a essas demandas de forma estratégica e sustentável”, explica. Para identificar onde os desafios locais se conectam ao propósito global, a empresa realizou um mapeamento detalhado no Brasil. Com a ajuda do estudo Brazilian Lifestyles 2024, da Mintel, percebeu que três temas se destacam: envelhecimento da população; redução do poder de compra e emergência climática e sustentabilidade. “Esses são, sem dúvida, desafios complexos, mas também oportunidades concretas de gerar valor compartilhado. Como uma das principais empresas do setor alimentício no país, entendemos que nosso papel vai além da oferta de produtos, queremos contribuir ativamente para a construção de um futuro mais saudável, justo e sustentável para todos os brasileiros”, analisa a executiva.

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Sazón é eleita a melhor marca de tempero pronto

Em pesquisa, Datafolha aponta produtos mais lembrados por paulistanos que gostam de cozinhar [caption id="attachment_7600" align="alignnone" width="512"] Categoria de melhor tempero pronto integra pesquisa Datafolha em 2025[/caption] Muitos dizem que cozinhar tem forte apelo afetivo. E a ideia de usar um tempero pronto nas receitas não parece combinar com isso. Não para a Sazón.  Graças ao marketing, a marca que pertence à Ajinomoto conseguiu associar há muitos anos seu nome a um lado mais emotivo. "Além da qualidade e credibilidade de Sazón, que já está presente no mercado brasileiro há mais de 30 anos, a marca também tem um forte elo emocional com os seus consumidores, que associam Sazón ao tempero do amor", afirma o gerente de marketing Thiago Campos. A marca chegou ao pentacampeonato na pesquisa do Datafolha, com 19% das menções entre os temperos prontos. Depois de anos com Zezé di Camargo e Luciano, com o hit "É o Amor", a empresa fez uma campanha no fim de 2024 com Gil do Vigor —que virou Gil do Amor. Em 2025, pelo terceiro ano, a Sazón marcou presença no Big Brother Brasil e foi a patrocinadora do quadro Café com Eliminado, no programa Mais Você (Globo). Comparado ao de 2024, o investimento no reality global foi mais robusto, com aumento de 181%, de acordo com o executivo.  Ele conta que, como resultado, a marca teve um acréscimo de 258% no engajamento online durante o BBB. "Com foco também nas ações em pontos de venda, Sazón conquistou mais de 4 milhões de novos lares durante o período do programa."  Entre as várias versões de tempero, Campos destaca a linha Tempera & Transforma, pensada para dar novo sabor e textura a sobras de arroz guardadas na geladeira.

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Dia do Umami: chefs e mixologistas exploram o quinto gosto do paladar em receitas, drinks e técnicas

Famoso por realçar e prolongar o sabor dos alimentos na boca, o umami é celebrado neste dia 25 de julho com receitas especiais em diversos lugares em BH [caption id="attachment_7587" align="aligncenter" width="512"] Maguro no Nuta tem cubos de atum com missô, mostarda karashi e alga nori do Fugu Izakaya[/caption] Nem todo mundo consegue nomeá-lo, mas quase todos o reconhecem ao prová-lo. Trata-se do umami, o chamado “quinto gosto” – um termo de origem japonesa que significa, literalmente, “saboroso”. Ele se junta aos já conhecidos doce, salgado, azedo e amargo, completando o “espectro” básico dos sabores. Mais do que uma tendência culinária, o umami é um elemento fundamental na construção de pratos com sabores profundos, equilibrados e inesquecíveis. Sua descoberta remonta a 1908, quando o cientista japonês Dr. Kikunae Ikeda identificou esse gosto ao analisar o caldo dashi, típico da culinária japonesa, feito com alga kombu. Uma de suas características mais marcantes é a capacidade de prolongar o sabor na boca, estimulando a salivação e provocando aquela clássica sensação de “água na boca”. Neste 25 de julho, comemora-se o Dia do Umami, data em que, em 1909, o doutor Ikeda patenteou o processo de produção do glutamato monossódico (MSG) – substância responsável por transmitir esse gosto –, oficializando assim o reconhecimento do umami como um gosto distinto. Mais de um século depois, o umami segue sendo explorado com maestria em restaurantes em Belo Horizonte e em diversas outras cidades que oferecem receitas que celebram esse sabor.  Para o chef Victor Naddeo, à frente do restaurante oriental Fugu Izakaya, o umami é um ponto-chave da construção de seus pratos. “Ele age como um realçador, elevando todos os outros sabores e trazendo profundidade. Além disso, aumenta a salivação e, consequentemente, a percepção dos sabores, potencializando toda a experiência, inclusive as bebidas que são harmonizadas”, explica. No Fugu Izakaya, Victor trabalha com cinco ingredientes naturalmente ricos em umami: alga kombu, katsuobushi (flocos de peixe bonito seco), cogumelos, missô (pasta de soja fermentada) e shoyu. Segundo ele, esses elementos são a base da construção de pratos que dialogam com o paladar de maneira complexa e delicada. Um dos destaques do cardápio é o Maguro no Nuta, feito com cubos de filé de atum fresco, envoltos em um molho de missô (rico em ácido glutâmico) e mostarda karashi, servidos sobre uma alga nori. “É um prato que explora o umami em todas as suas camadas”, disse. Outros pratos, como o lámen, também utilizam o dashi – um caldo tradicional japonês desenvolvido justamente para realçar o umami nas preparações. “Ele é feito, basicamente, com três ingredientes: alga kombu, cogumelos secos e katsuobushi”, explica. [caption id="attachment_7588" align="aligncenter" width="400"] Fugu Izakaya: maguro no Nuta tem cubos de atum com missô, mostarda karashi e alga nori. Foto: Videopress[/caption] Influência   A chef Bruna Martins lembra com clareza da primeira vez que teve contato real com o quinto gosto. “Numa palestra do Alex Atala, ele serviu cogumelo Yanomami cortado como talharim, em um caldo de dashi. Foi uma das coisas mais gostosas e umamis que já comi”, relembra. Com o aprofundamento em pesquisas em cozinhas asiáticas, o umami passou a fazer parte da busca por equilíbrio em seus pratos. “Não é que todo prato precise ser umami, mas, quando provo algo com esse gosto, sempre acho reconfortante e instigante”, explica. Em seus restaurantes, o quinto gosto aparece de forma criativa. Na Gata Gorda, por exemplo, o cardápio flerta com referências asiáticas e toques pop: biscoito de cebola com unagui (enguia), berinjela defumada, queijo de cabra e ovas finalizando pratos. No Florestal, uma das criações é o guioza com umbigo de banana, servido com caldo de cebola tostada, shoyu e missô. Já no Birosca, queijos curados – como o parmesão d’Alagoa – roubam a cena, provocando salivação imediata.  Para Bruna, quando o umami é bem explorado, a experiência é quase sempre surpreendente. “É uma explosão de sabor, e isso quase nunca é negativo. Democratizar o umami – levar isso para mais pessoas – é algo muito prazeroso para quem vive da cozinha”, conclui. [caption id="attachment_7589" align="aligncenter" width="356"] Florestal: guioza de umbigo de banana com missô e shoyu. Foto: Daniel Iglesias/divulgação[/caption] No Per Lui, o chef Yves Saliba trabalha o umami como um impulso sensorial que opera muitas vezes fora da consciência do cliente. “Comecei a usá-lo com o objetivo de trazer profundidade ao prato, de forma que a pessoa não conseguia identificar de onde vinha a sensação – mas também não conseguia parar de comer”, conta. Entre os destaques do cardápio atual está o Chawanmushi, um flan japonês de textura leve, mas com construção de sabor densa e sofisticada.  “É feito com um caldo rico em colágeno de galinha, infusionado com alga e cogumelos. Recebe ainda um cogumelo marinado no molho de ostra – outro ingrediente naturalmente rico em umami –, e finalizamos com uma espuma de parmesão reggiano. Na boca é leve, mas não te deixa respirar, tamanha a complexidade, além de instigar a pessoa a comer o prato sem parar”, se empolga. [caption id="attachment_7590" align="aligncenter" width="341"] Per Lui: chawmushi de galinha, shitake infusionado e espuma de parmesão. Foto: Victor Schwaner/divulgação[/caption] Sutileza No restaurante Casa Riuga, a presença do umami é sentida nos detalhes. O chef Pedro Paulo enxerga esse gosto básico não como um norte para suas criações junto à chef Carol Elias, mas como uma ferramenta sensorial para tornar os pratos mais interessantes. “Não trabalhamos com o umami como um direcionamento, mas, uma vez que sabemos da existência desse quinto sabor, tentamos explorá-lo como mais uma possibilidade no ato de cozinhar”, entrega. No cardápio da casa, o umami aparece em diversas camadas: mais evidente em pratos como cogumelos com creme de queijo, em que sua presença é clara e marcante; e mais sutil no crudo de atum, no qual uma simples borrifada de nam pla (o molho de peixe tailandês fermentado, intensamente umami) cria uma nova camada de sabor sem roubar a cena. “Tratamos o umami como um elemento de complexidade e profundidade nas receitas. Não é uma diretriz, mas é algo que usamos para aguçar o paladar e tornar a experiência mais rica”, destaca. [caption id="attachment_7591" align="aligncenter" width="341"] Casa Riuga: folhas de kombu são usadas para a marinada da costela bovina braseada. Foto: Alice Leite/divulgação[/caption] Quinto gosto no copo Nos bares de Belo Horizonte, o quinto gosto também ganha espaço como um elemento de sofisticação. No bar japonês Marú, o mixologista Tiago Santos, também supervisor de qualidade do grupo Redentor, enxerga o umami como uma verdadeira alquimia sensorial.  “Na coquetelaria, ele não é apenas um quinto sabor. É uma camada de profundidade. Ele pode estar no líquido, mas também em um detalhe técnico ou na guarnição, como acontece em um dos meus drinks preferidos da casa, que é o Marú”, cita o mixologista sobre o coquetel feito com gim, kiwi, uva verde, suco de limão, capim-limão e uma guarnição de nori com wasabi levemente salgado. “Quando o cliente leva o nori à boca – antes, durante ou depois do gole –, o umami se revela. Ele realça a acidez do kiwi, prolonga o sabor do gim, doma a doçura da uva verde”, detalha. O umami também é protagonista da carta de coquetéis do Chika, bar de coquetelaria autoral comandado por Vitor Velloso. Mas, para ele, esse gosto não é exatamente uma novidade. “É certamente uma tendência, mas já está por aí há muito tempo – só que sem usar esse nome. O Bloody Mary, por exemplo, leva molho inglês e suco de tomate, que são cheios de umami. O Dirty Martini, com a salmoura da azeitona, é praticamente um suco de umami”, disse. O que muda, segundo ele, é a consciência técnica e a precisão sensorial com que se trabalha esse sabor atualmente. O avanço de ingredientes asiáticos nas prateleiras ocidentais contribuiu para esse novo momento. “Com a ascensão de sabores japoneses e coreanos no Ocidente, isso ficou mais explícito – e profundo. Ingredientes como shoyu, nori, missô e  gochujang começaram a ganhar espaço não só nas cozinhas, mas também nos bares”, explica. [caption id="attachment_7592" align="aligncenter" width="341"] Marú: drink Mizú tem gim, uva verde, kiwi, capim-limão e alga temperada. Foto: Victor Schwaner/divulgação[/caption] A ciência por trás do umami Apesar de ter sido identificado em 1908 pelo químico japonês Kikunae Ikeda, o umami só foi oficialmente reconhecido como um gosto básico do paladar humano no início dos anos 2000, com a comprovação da existência de receptores específicos para glutamato e nucleotídeos na boca. Hellen Maluly, doutora em ciência dos alimentos e consultora técnica e científica, explica sobre a base bioquímica e sensorial do umami. “É um gosto peculiar, que se diferencia dos demais por estimular a secreção salivar com maior intensidade e prolongar tanto a sensação do gosto na boca quanto a percepção do sabor dos alimentos”, diz. Hellen também esclarece uma confusão comum: a diferença entre gosto e sabor. “Gosto está relacionado à sensação percebida pelo paladar, quando substâncias gustativas entram em contato com receptores na língua e no palato. Já o sabor é o resultado da combinação de diferentes estímulos – paladar, olfato, visão, audição e sensações táteis, como temperatura e textura”.  Além de seu papel no prazer gastronômico, sendo encontrado naturalmente em alimentos ricos em glutamato, como carnes, peixes, cogumelos, tomates, queijos e outros produtos maturados (como parmesão e presunto cru), e também ovos e algas, o umami desempenha funções importantes na digestão e na saúde. “Ele estimula a salivação, o que favorece os primeiros processos digestivos, melhora a percepção dos sabores e pode beneficiar pessoas com xerostomia, como idosos e pacientes oncológicos. Também está associado à digestibilidade de proteínas e à manutenção das células intestinais em bebês – já que está presente no leite materno”, explica Hellen.  Onde ir: Florestal Avenida Assis Chateaubriand, 176 - Floresta Casa Riuga R. Cláudio Manoel, 1124 - Savassi Fugu Izakaya R.  Fernandes Tourinho, 292 - Funcionários Marú Bar Japonês R. Fernandes Tourinho, 604 - Savassi Per Lui R. Muzambinho, 608 - Serra

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8 mitos e verdades sobre o umami e o glutamato monossódico

O umami é o quinto gosto do paladar humano, ao lado do doce, salgado, azedo e amargo Você sabia que existe um gosto capaz de transformar a experiência alimentar, melhorar a percepção de sabores e até contribuir para uma dieta mais equilibrada? É o umami, o quinto gosto do paladar humano, ao lado do doce, salgado, azedo e amargo. Identificado em 1908 pelo cientista japonês Kikunae Ikeda, o umami só teve seu reconhecimento científico consolidado nos anos 2000. [caption id="attachment_7582" align="aligncenter" width="512"] Celebrado em 25 de julho, o Dia do Umami ressalta o quinto gosto básico do paladar humano - ISMOLOEX/iStock[/caption]   Presente em alimentos ricos em glutamato, como tomate, queijo parmesão, cogumelos, carnes curadas, algas e até no leite materno, o umami vem ganhando destaque na nutrição e culinária pelas suas funções únicas e benefícios surpreendentes. O umami é percebido por receptores específicos na língua que respondem ao glutamato, inosinato e guanilato. O sabor é descrito como prolongado, suave e capaz de realçar outros gostos, equilibrando o doce, reduzindo o amargor e diminuindo a acidez. “Apesar de natural e presente em diversos alimentos, o umami ainda é pouco conhecido e cercado de equívocos. Nosso papel é ampliar o conhecimento sobre esse gosto e mostrar, com base científica, que o glutamato monossódico é seguro e pode ser um aliado importante na promoção de hábitos alimentares mais saudáveis”, diz Mariana Rosa, nutricionista e gerente de Comunicação Científica da Ajinomoto do Brasil. Aproveitando o Dia do Umami, celebrado neste 25 de julho, reunimos algumas informações relevantes sobre este gosto tão importante, mas ainda cercado de mitos e desinformação —especialmente quando o assunto é sua versão isolada e segura, o glutamato monossódico (MSG). 8 mitos e verdades sobre o umami e o glutamato monossódico 1 – MSG faz mal à saúde? Mito: O glutamato monossódico é seguro e amplamente estudado. Órgãos reguladores como FDA (EUA), EFSA (Europa), JECFA (ONU/OMS) e Anvisa (Brasil) reconhecem seu uso como seguro para o consumo. [caption id="attachment_7583" align="aligncenter" width="512"] O umami é percebido por receptores específicos na língua que respondem ao glutamato, inosinato e guanilato - Divulgação/Getty Images/Ajinomoto Brasil[/caption] 2 – O glutamato monossódico pode ajudar a reduzir o consumo de sal? Verdade: O glutamato monossódico tem cerca de 2/3 a menos de sódio que o sal de cozinha. Se utilizado para substituir 50% do sal adicionado às preparações culinárias, pode reduzir em até 37% o teor total de sódio das preparações, sem comprometer o sabor. 3 – O glutamato monossódico é diferente do glutamato natural dos alimentos? Mito: O corpo humano metaboliza da mesma forma o glutamato presente naturalmente em alimentos, como o tomate ou o queijo, e o adicionado como glutamato monossódico. 4 – O glutamato monossódico causou a chamada “Síndrome do Restaurante Chinês”? Mito: Esse termo surgiu após uma carta sem embasamento científico publicada em 1968. Diversos estudos científicos não encontraram qualquer relação entre o glutamato monossódico e os sintomas descritos, como dor de cabeça ou palpitações. 5 – O glutamato monossódico tem mais de 100 anos de história? Verdade: Foi comercializado pela primeira vez em 1909, com a marca Aji-No-Moto, patenteada pelo grupo Ajinomoto, líder mundial em aminoácidos. 6 – O glutamato monossódico é artificial e sua produção gera impactos negativos ao meio ambiente? Mito: O glutamato monossódico é produzido por fermentação natural de ingredientes como cana-de-açúcar, mandioca ou beterraba —um processo semelhante ao do iogurte e do missô. Além disso, no Brasil, a produção faz parte de um processo circular sustentável chamado de biociclo, em que os coprodutos são reaproveitados, reforçando o compromisso da empresa com o meio ambiente e a saúde das pessoas. 7 – O umami está presente no leite materno? Verdade: O leite materno é naturalmente rico em glutamato, essencial para o desenvolvimento intestinal e imunológico dos bebês. Isso mostra como nosso organismo reconhece e se beneficia do umami desde cedo. 8 – O umami pode ser aliado de públicos com necessidades especiais? Verdade: Idosos e pacientes oncológicos, por exemplo, podem se beneficiar do umami, pois ele estimula a salivação, facilita a ingestão de alimentos e torna a alimentação mais prazerosa.

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Sem desperdício: como SAZÓN® pode ajudar a reinventar a alimentação no País

Frente a um dos maiores índices de descarte de comida do mundo e preços de alimentos em alta, SAZÓN®, uma das principais marcas do portifólio da Ajinomoto do Brasil, apresenta soluções inovadoras para transformar o cenário brasileiro A comida está mais cara e o desperdício não diminui: dois problemas de difícil resolução batem à porta de cada vez mais pessoas no país. Para se ter ideia, segundo o Índice de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), os alimentos acumularam uma inflação de 21,7% entre 2022 e 2024, muito acima da inflação geral do período. Por outro lado, enquanto milhões enfrentam dificuldades para colocar comida na mesa, o desperdício de alimentos continua sendo um problema crítico. Segundo dados da Organização das Nações Unidas (ONU), o Brasil desperdiça cerca de 46 milhões de toneladas de alimentos anualmente. Esse volume representa aproximadamente 30% de toda a produção do país. Para além da perda econômica, o problema também é ambiental. Para se ter ideia, segundo a Organização das Nações Unidas para Agricultura e Alimentação (FAO), a perda e o desperdício de alimentos são responsáveis por aproximadamente 8% a 10% das emissões globais de gases de efeito estufa produzidas por atividades humanas. Diante desse cenário, é importante encontrar órgãos, públicos e privados, dispostos a fazer a diferença. É o caso do Grupo Ajinomoto que tem a missão de contribuir para a alimentação e o bem-estar em todo o mundo, proporcionando uma vida melhor no futuro. Até 2030, o grupo pretende ampliar a expectativa de vida saudável de 1 bilhão de pessoas e reduzir o impacto ambiental em 50%. Dentro dele, SAZÓN®, marca líder de temperos em pó da Ajinomoto do Brasil, investe em pesquisas e dados para entender o momento e as necessidades dos brasileiros. “Um dos nossos principais pilares é uma política global que se chama Too Good To Waste (Gostoso é não desperdiçar). E é nela que trabalhamos há quatro anos", conta Thiago Campos, gerente de Marketing da Ajinomoto no Brasil. E por estar tão próxima dos lares brasileiros, SAZÓN® lançou recentemente dois produtos que podem realmente fazer a diferença. SAZÓN® Tempera & Transforma: criatividade e cremosidade para dentro de casa Pizza de pão amanhecido, hambúrguer de feijoada, picadinho de carne com casca de banana: pensar em receitas criativas para evitar o desperdício de alimentos é um dos pilares de comunicação de SAZÓN®. “O Brasil está entre os top 10 países que mais jogam alimentos fora. Por isso, até agora, trabalhamos muito com serviços, ou seja, elaborando e divulgando receitas criativas para ajudar o brasileiro a economizar na cozinha e combater o desperdício de alimentos”, conta Thiago. [caption id="attachment_7602" align="alignnone" width="380"] SAZÓN® Tempera & Transforma que permite transformar o arroz do dia anterior em um prato completamente novo e saboroso Foto: Divulgação/Sazon[/caption] Mas era preciso fazer mais. Pesquisas internas constataram que no Brasil, o arroz é o ingrediente que é mais jogado fora. “Para se ter ideia, cada família joga, em média, 29 quilos de arroz por ano fora. A partir daí, começamos a pensar em como criar um produto que realmente fizesse a diferença”, destaca Thiago. Foi daí que surgiu o produto SAZÓN® Tempera & Transforma que permite transformar o arroz do dia anterior em um prato completamente novo e saboroso. A proposta é simples: basta adicionar o SAZÓN® Tempera & Transforma e leite ao arroz já cozido para criar um novo prato. O tempero chega ao mercado com três opções de sabor: Queijo, Alho e Cebola, e Tomate com Manjericão. “O produto reflete nosso compromisso com a sustentabilidade e reforça nossa causa do aproveitamento integral dos alimentos”, explica o executivo. SAZÓN® Tempera & Rende Mais: dinheiro no bolso e carne na mesa Em 2025, o aumento de quase 20% no preço da carne chamou a atenção de todos os brasileiros e dados internos da Ajinomoto do Brasil constataram mais: cerca de 86 milhões de brasileiros foram forçados a diminuir o consumo de carne ou tirar esse ingrediente do carrinho. Quando isso é feito, a substituição mais frequente é o embutido ou sanduíches, produtos com menor qualidade nutricional. [caption id="attachment_7603" align="alignnone" width="380"] Lançou SAZÓN® Tempera & Rende Mais que promete transformar 500 g de carne moída em até 750g, sem comprometer o sabor e a qualidade do prato Foto: Divulgação/Sazon[/caption] “Nesse momento, começamos a pensar em como ajudar o brasileiro a levar de volta a carne para o prato”, conta Thiago. Foi assim que a marca investiu em tecnologia e lançou SAZÓN® Tempera & Rende Mais que promete transformar 500 g de carne moída em até 750 g, sem comprometer o sabor e a qualidade do prato. O diferencial do SAZÓN® Tempera & Rende Mais está em sua composição, além de temperar a carne moída, o produto adiciona proteína vegetal. O processo é simples: basta adicionar o tempero à carne e água. O lançamento está alinhado com os Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS) da ONU, contribuindo especialmente para objetivos relacionados à segurança alimentar, redução da fome e consumo consciente. “A sacada desse produto é que ele consegue manter a mesma suculência e a qualidade da receita. Então, essa é uma grande aposta para ajudar tanto a economizar na cozinha, quanto a trazer esse ingrediente que é tão valorizado pelos brasileiros de volta para o prato. A gente sabe a importância que a carne moída tem nas receitas dos lares”, finaliza Thiago. Com as novidades, SAZÓN® mostra que investe em ações inovadoras e reforça o compromisso presente em todo o Grupo Ajinomoto: ser útil e agregar valor à sociedade. “Com esses lançamentos, já estamos vendo resultados concretos, porque colocamos o consumidor sempre no centro de tudo”, destaca Thiago Campos, gerente de Marketing da Ajinomoto no Brasil.

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Conheça os benefícios dos aminoácidos

Especialista da Ajinomoto do Brasil explica o papel dos aminoácidos para o bem-estar físico e mental Os aminoácidos são fundamentais para o funcionamento do corpo humano. Como componentes estruturais das proteínas, desempenham papéis vitais na construção e na recuperação de tecidos, na produção de hormônios e enzimas, e na regulação de funções fisiológicas essenciais. Além disso, atuam diretamente na síntese de neurotransmissores como serotonina e dopamina, que influenciam o humor e o sono. Nessa perspectiva, Helena Tavares, gerente de Assuntos Científicos e Regulatórios da Ajinomoto do Brasil, compartilha os benefícios de oito aminoácidos para a saúde física e mental. Embora a atuação da Ajinomoto do Brasil seja muito conhecida no setor alimentício como proprietária de marcas como SAZÓN®, VONO® e MID®, a companhia também é referência na produção de aminoácidos para diversas indústrias, como a de ingredientes alimentícios, agronegócio, farmacêutica, cosmética, saúde e nutrição esportiva. "Muitos estudos comprovam que a deficiência de determinados aminoácidos pode levar a desequilíbrios metabólicos e cognitivos, podendo contribuir para transtornos como ansiedade e depressão. Portanto, garantir uma ingestão equilibrada desses nutrientes é essencial para o bom funcionamento do organismo", explica Helena.   Conheça alguns aminoácidos e seus principais benefícios: Saúde cerebral Histidina: é um aminoácido essencial, que precisa ser obtido a partir dos alimentos e suplementos. Possui diversas funções no organismo, especialmente no cérebro, atuando como neurotransmissor, contribuindo com o metabolismo da histamina. Portanto, contribui de forma direta e/ou indireta para o funcionamento adequado da resposta ao estresse, do ciclo circadiano e contribui com a memória. Arginina: contribui para a redução do cansaço físico e mental e tem um papel importante na circulação sanguínea. Tirosina: atua como precursora de neurotransmissores essenciais, auxiliando na preservação da memória e função cognitiva. Qualidade do sono Glicina: estudos do Grupo Ajinomoto demonstram que esse aminoácido melhora a qualidade do sono, promovendo noites mais reparadoras e aumentando a disposição ao longo do dia. Também reduz a fadiga e melhora a concentração em atividades que exigem atenção prolongada. Saúde bucal, deglutição e digestão Glutamato: esse aminoácido melhora a digestão de proteínas e estimula a secreção salivar, ajudando na higiene bucal e na deglutição. É também benéfico para indivíduos com distúrbios sensoriais que comprometem a aceitação alimentar. Construção, recuperação e resistência muscular Leucina: aminoácido de cadeia ramificada essencial para a síntese de proteínas, crucial para a construção, manutenção e recuperação muscular. Estudos apontam que a mistura de aminoácidos essenciais enriquecida com leucina (LEAA) acelera a recuperação muscular e reduz a fadiga pós-exercício. "A incorporação de aminoácidos na rotina alimentar é um passo importante para melhorar o desempenho físico, a capacidade cognitiva e a saúde geral. Seja por meio de uma dieta equilibrada ou de suplementos, garantir a ingestão adequada desses nutrientes pode fazer toda a diferença para um organismo mais forte e resiliente", conclui Helena Tavares. Para conhecer mais sobre as áreas de atuação da companhia, acesse: https://www.ajinomoto.com.br/aminoacidos/ 

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Ajinomoto aposta na ciência dos aminoácidos para promover bem-estar

O conhecimento centenário em AminoScience é a base para inovações da empresa nas áreas de saúde e nutrição, cosméticos, sustentabilidade e mais. [caption id="attachment_8626" align="alignnone" width="600"] (Ajinomoto/Divulgação)[/caption] Com mais de um século de história e pioneirismo, o Grupo Ajinomoto construiu sua trajetória impulsionada por uma abordagem científica única: a AminoScience, ou “ciência dos aminoácidos”. Essa expertise, desenvolvida e refinada ao longo dos anos, é uma das bases de inovação da empresa e fundamental para a criação de soluções utilizadas em diversas áreas, como nas indústrias farmacêutica, cosmética e de saúde e nutrição. Presentes em todos os seres vivos e fundamentais para a vida, os aminoácidos formam as proteínas que compõem grande parte do nosso corpo — incluindo a pele, os músculos, os cabelos e os órgãos. Além disso, eles também são importantes para a aplicação direta em produtos como xampus e cosméticos, fórmulas infantis, suplementos alimentares, medicamentos e dietas hospitalares. No Brasil, a Ajinomoto é a única companhia que produz aminoácidos para uso humano, combinando inovação, pesquisa e compromisso com o bem-estar. Segundo a empresa, o investimento em tecnologia de ponta aumenta a eficiência na produção desses compostos. Para o consumidor, isso se reflete em produtos com aroma e sabor mais agradáveis. Na nutrição esportiva, por exemplo, o aminoVITAL® GOLD, principal suplemento da Ajinomoto para atletas e praticantes de atividades físicas, é formulado com nove aminoácidos essenciais, entre eles os de cadeia ramificada (BCAAs). O produto estimula a síntese de proteínas musculares, favorece o balanço proteico positivo, reduz a perda de massa muscular e auxilia na preservação da massa magra. Mais sabor, menos sódio Outra frente relevante da atuação da Ajinomoto, e que está totalmente vinculada à expertise em AminoScience, é a promoção do umami, conhecido como o quinto gosto básico do paladar humano, ao lado do doce, salgado, azedo e amargo. Descoberto pelo cientista japonês Kikunae Ikeda em 1908, o umami é proporcionado pelo glutamato, aminoácido presente naturalmente em alimentos como tomates, carnes, queijos e algas — e até no leite materno. A descoberta do umami levou à criação do glutamato monossódico (MSG), patenteado em 1909 com o nome AJI-NO-MOTO®. O grande destaque do produto é que ele não apenas realça o sabor dos alimentos como também desempenha um papel importante na redução de sódio na dieta: o MSG contém dois terços menos sódio do que o sal de cozinha. Com isso, ao substituir metade do sal por AJI-NO-MOTO® é possível reduzir em até 37% o teor de sódio das preparações. Biociclo e sustentabilidade na produção O conceito de AminoScience também permite à Ajinomoto promover um sistema alimentar mais sustentável por meio do Biociclo, um processo circular com base na fermentação da cana-de-açúcar com o uso de microrganismos. Essa tecnologia possibilita a produção de aminoácidos com menor impacto ambiental, e, além disso, gera um coproduto rico em aminoácidos benéficos para a agricultura. Em vez de descartar esse coproduto, a Ajinomoto o transforma em fertilizantes voltados para o agronegócio, promovendo maior absorção de nutrientes pelas plantas e contribuindo para lavouras mais saudáveis e produtivas. Dessa forma, a empresa alia inovação científica à sustentabilidade, valorizando cada etapa do processo produtivo e reforçando seu compromisso com a economia circular. Os exemplos mostram como a atuação da Ajinomoto combina a inovação em produtos com a construção de um futuro mais saudável e sustentável, integrando ciência, nutrição e responsabilidade ambiental. Com a AminoScience como motor dessa transformação, a empresa continua a desenvolver soluções que atendem às necessidades da sociedade, contribuindo para um planeta mais equilibrado e uma vida com mais sabor e saúde.

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Sazón lança caldo em pó com dois sachês

O produto vem em embalagens de 11g, com sachês divididos em 5,5g cada A Sazón, marca de temperos e caldos em pó da Ajinomoto do Brasil, amplia seu portfólio de caldos em pó e apresenta Caldo Sazón 2 Sachês, nos sabores galinha e carne. Com rápida dissolução, a nova versão do produto reforça a praticidade no preparo, sem deixar resíduos ou pedaços. “Vamos mostrar como a novidade é a solução para quem quer economizar sem abrir mão de muito sabor e praticidade para o dia a dia”, destaca Thiago Campos, gerente de Marketing da Ajinomoto do Brasil. As vendas do Caldo SAZÓN 2 Sachês se iniciam em abril, com envelope de 11 g, dividido em 2 sachês de 5,5 g (cada sachê equivale ao mesmo rendimento de um cubo).

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